Opus cê vê comé que são as coisa né? Somo istudanti de publicidade e propaganda, somo minêro, moramo em minas, mas repara não tá? Qué dizê, podi repará sim purque issaqui ó, é um blog e blog foi feito pra si repará.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Deus disse: Faça-se a luz! E então tirou uma foto.
Ainda bem que o Opus surgiu depois da invenção da internet, procurar dicas de iluminação para fotografia devia ser algo bem trabalhoso e demorado. Mas já que ela e o Google existem, aqui vai um link que vale ouro pra quem ainda está começando - tipo eu - a trabalhar com fotografia, dicas sobre o fenômeno mais importante da fotografia: a luz! Os créditos são do "Dicas de Fotografia" Aproveita e dá uma olhada no resto do site, se você se interessa em tirar fotos, 100% de certeza que o site vai pro seus favoritos.
sábado, 26 de outubro de 2013
Ser diferente é normal!
a igualdade se mostra no final,
e a cada instante acontece na real.
sou feliz por ser assim, livre do mal.
ser diferente me deixa feliz,
pois tenho pessoas que me cercam em fim.
a sua falsidade não me atinge,
diferente de tudo mais igual a ti.
Pois o que eu tenho, não me tiras de mim.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Protagonistas especiais de livros infantis
Autismo, paralisia cerebral e trissomia 21 são as doenças de João, Tiago e Vera, as personagens da coleção Meninos Especiais lançada pela associação Pais em Rede e Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida.
Eles não personagens fictícios, eles existem mesmo e inspiraram a escrita de Alice Vieira, Luísa Beltrão e Luísa Ducla Soares. Para acabar com “o mundo de isolamento e silêncio” das famílias com crianças portadoras de deficiência e porque a inclusão não é menos importante que a terapêutica.
O objetivo das escritoras é “Aproximar as crianças ditas normais destes meninos especiais, que também são pessoas, não são uma abstração. A convivência e inclusão beneficia todos. Queremos contrariar a deficiência social, que afasta quem é diferente.”
Luísa Beltrão sabe do que fala. São dela as palavras “mundo de isolamento e silêncio”. Há 33 anos que tem uma filha com “um atraso global de desenvolvimento de 90%”, e nos primeiros tempos nem sabia a quem se dirigir.
Os livros custam três euros cada e podem ser encomendados através do email: encomendasmeninosespeciais@gmail.com. As receitas destinam-se ao autofinanciamento da Pais em Rede, uma associação que nasceu em 2008, tem 2500 associados e 21 núcleos regionais.
Luísa Beltrão lembra que devemos “centrar-nos na pessoa e não na doença” e que “neste universo das pessoas especiais acontecem coisas maravilhosas”.
Eles não personagens fictícios, eles existem mesmo e inspiraram a escrita de Alice Vieira, Luísa Beltrão e Luísa Ducla Soares. Para acabar com “o mundo de isolamento e silêncio” das famílias com crianças portadoras de deficiência e porque a inclusão não é menos importante que a terapêutica.
O objetivo das escritoras é “Aproximar as crianças ditas normais destes meninos especiais, que também são pessoas, não são uma abstração. A convivência e inclusão beneficia todos. Queremos contrariar a deficiência social, que afasta quem é diferente.”
Luísa Beltrão sabe do que fala. São dela as palavras “mundo de isolamento e silêncio”. Há 33 anos que tem uma filha com “um atraso global de desenvolvimento de 90%”, e nos primeiros tempos nem sabia a quem se dirigir.
Os livros custam três euros cada e podem ser encomendados através do email: encomendasmeninosespeciais@gmail.com. As receitas destinam-se ao autofinanciamento da Pais em Rede, uma associação que nasceu em 2008, tem 2500 associados e 21 núcleos regionais.
Luísa Beltrão lembra que devemos “centrar-nos na pessoa e não na doença” e que “neste universo das pessoas especiais acontecem coisas maravilhosas”.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
O Opus está aí e nesse momento acontecem diversas coisas. Conhecemos pessoas, aprendemos coisas novas e aprimoramos outras que já tínhamos convivido em outras ocasiões. Adoecemos (meu caso, amigdalite pesada) aí quando melhoramos das indisposições, dores e desencontros, percebemos que estamos mais atrasados do que nunca. O desespero bate. "Fud%$". Então a coisa aperta o começamos a correr feito loucos atrás do prejuízo. Mas com uma ideia fixa sempre: irá dar tudo certo e faremos dar!
Por mais que tentemos ser certinhos, não conseguimos pois a vida não deixa ser assim. Pois ela também é meio doida e fazemos parte dela. Então de uma maneira ou de outra faremos dar certo sim. E no final acharemos engraçado o modo que tudo foi acontecendo e ficaremos satisfeitos com o resultado.
Os pontos nas matérias são necessários sim, mas o aprendizado e a experiência que ganhamos, ainda mais quando corremos contra o tempo, é muito mais importante e prazeroso do que números.
Deixo esse recado para meus colegas de grupo e todas as pessoas que passam por isso diariamente em suas vidas e conseguem sair por cima numa boa!
Um abraço!
Por mais que tentemos ser certinhos, não conseguimos pois a vida não deixa ser assim. Pois ela também é meio doida e fazemos parte dela. Então de uma maneira ou de outra faremos dar certo sim. E no final acharemos engraçado o modo que tudo foi acontecendo e ficaremos satisfeitos com o resultado.
Os pontos nas matérias são necessários sim, mas o aprendizado e a experiência que ganhamos, ainda mais quando corremos contra o tempo, é muito mais importante e prazeroso do que números.
Deixo esse recado para meus colegas de grupo e todas as pessoas que passam por isso diariamente em suas vidas e conseguem sair por cima numa boa!
Um abraço!
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Curso Online de inclusão da criança com Síndrome de Down
O Portal Educação vem disponibilizando cursos a distância para ajudar no desenvolvimento e integração das crianças com Síndrome de Down. Através da EaD (Educação a Distância), os cursos estão sendo oferecidos e de forma bastante adequada para cada tipo de aluno, com desenhos, jogos e interação para a alfabetização e desenvolvimento no aprendizado das crianças.
Descrição
Será enfatizado o processo de desenvolvimento das crianças com Síndrome de Down no mercado de trabalho, ressaltando suas dificuldades de aprendizagem na teoria e na prática. Apresentando também todo diagnóstico para as famílias, além de alcançar os resultados esperados.
Turma disponível: 29/10/2013
Carga horária: 80 horas
Duração: 30 dias
O Portal Educação em suas atribuições, tem por objetivo oferecer aos profissionais e estudantes uma prática constante de atualização, por intermédio da EaD (Educação a Distância).Também visa disponibilizar aos participantes, acesso ao ensino de qualidade com eficácia no aprendizado, fornecendo recursos tecnológicos inovadores, como conteúdo on-line, animações, videoconferência, exercícios de fixação e objetos de aprendizagem, que auxiliam na formação do cidadão contemporâneo, crítico e atuante na sociedade.
- Enfatizar o processo de desenvolvimento das crianças com Síndrome de Down;
- Ressaltar as dificuldades de aprendizagem da pessoa com Síndrome de Down.
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/cursos/1123/curso-de-a-inclusao-da-crianca-com-sindrome-de-down?gclid=CLuhtO7AuboCFU6Y4Aod2jYAug
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Conheça dez curiosidades sobre as Paraolimpíadas (1º parte)
Anéis olímpicos
No lugar, há o Agitos, três arcos em vermelho, verde e azul que representam o lema Paraolímpico, "espírito em movimento".
COI e CPI, entidades diferentes
Os primeiros Jogos Paraolímpicos Internacionais ocorreram em Roma, uma semana depois dos Jogos Olímpicos de 1960, que ocorreram na capital italiana.
Mas em 1968, a Cidade do México, sede dos jogos daquele ano, se recusou a ser a sede dos Jogos Paraolímpicos e eles foram realizados em Tel Aviv. A partir daquele ano, os Jogos Paraolímpicos ocorreriam em cidades diferentes dos Jogos Olímpicos.
Nos jogos de 1988, a cidade de Seul assumiu a realização também dos Paraolímpicos e, desde então, os dois jogos ocorrem na mesma cidade. Em 2001 este arranjo foi oficializado e as cidades que querem sediar os jogos precisam se candidatar para os dois.
Classificações
Os atletas precisam passar por testes de função e movimento com um profissional de medicina esportiva para receberem a classificação para jogar.
Natação, por exemplo, tem 14 classes. As variações classificadas como S1 a S10 cobrem problemas físicos, com o nível 10 sendo o que tem menos problemas e estas variações vão desde pessoas amputadas e que sofreram trauma na coluna indo até pessoas com nanismo.
As variações entre S11 e S13 se referem a atletas com problemas visuais e S14 para os que possuem deficiências intelectuais.
E as categorias se dividem ainda mais quando se levam em conta estilos de natação, como nado costas ou borboleta.
Um dos efeitos destas divisões e subdivisões é que na natação dos Jogos Paraolímpicos serão distribuídas um total de 148 medalhas de ouro. Muito mais comparadascom as 34 dos Jogos Olímpicos.
Mesmos esportes, porém diferentes
Natação, ciclismo e atletismo ocorrem de uma forma parecida com os Jogos Olímpicos, porém divididos em várias modalidades diferentes (atletas com próteses, cadeiras de rodas ou guias humanos, por exemplo).
O futebol para cegos é outro exemplo e tem várias diferenças: a bola tem um guizo para que os atletas sigam o som, dois times de cinco jogadore cada disputam o jogo em uma quadra.
A área de jogo é menor e cercada, para evitar que a bola saia de campo e também para refletir os sons da bola e dos passos, o que ajuda na orientação dos jogadores.
O goleiro não é cego mas não tem permissão para sair de sua área. Um "guia", que também não é cego, fica atrás do gol direcionando os jogadores.
Os jogadores usam comunicação sonora com termos específicos com gritos como "voy", palavra em espanhol que significa "vou", que funciona como um aviso que um jogador vai para cima de outro. E, para que tudo funcione, a torcida tem que ficar em silêncio.
Esportes exclusivamente Paraolímpicos
O objetivo é atirar uma bola pesada, que tem guizos para orientação dos atletas, na rede do time adversário, enquanto a defesa tenta bloquear o avanço do time adversário com o próprio corpo.
Outro esporte exclusivo é a bocha, praticado de forma competitiva em mais de 50 países. Disputada em uma quadra fechada, pode ser jogada individualmente, em pares ou equipes.
Os atletas rolam, atiram ou chutam as bolas para fazer com que elas cheguem perto do alvo.
Este jogo foi introduzido originalmente para pessoas com paralisia cerebral. Mas, com o passar dos anos, também incluiu jogadores com outros tipos de problemas motores.
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